(Albert Einsten)
O livro nasceu do meu desejo de escrever sobre um sentimento que sempre me intrigou: o amor. Por ele vamos ao fundo do poço e também renascemos dos escombros. Quero refletir sobre o que aprendi pessoalmente e observei nos casais com quem já convivi de perto. Não tenho a intenção de que minhas palavras sejam tomadas como um dogma, mas registrar algumas reflexões sobre os relacionamentos amorosos. A primeira e segunda parte são crônicas e a terceira parte é composta por uma coletânea de contos.
Escrever para mim é prazer, por isso meu projeto de vida é nunca esquecer dessa energia que me move:
Abraçaria o mundo se meus braços alcançassem,
Sentaria com os velhinhos das praças,
Brincaria de casinha com as crianças,
Tentaria salvar o mundo com os jovens,
Mas sou tão gota neste oceano.
Dedos no teclado, então, toco almas desconhecidas.
Letras na tela, idéias na cabeça, sentidos no coração,
Sofro de uma alegria que termina a cada ponto,
Por isso recomeço outra vez
Um texto, um versinho, uma prosa.
Desisto, rasgo, volto, apago,
Na obstinada persistência de querer dizer
o que outras vozes calam e o que em mim grita.
Escrevo para dedilhar-nos
E me tornar mais humana.
Li
Dedicatória: Ao meu namorado, sem o qual a vida teria bem menos cor
Sentaria com os velhinhos das praças,
Brincaria de casinha com as crianças,
Tentaria salvar o mundo com os jovens,
Mas sou tão gota neste oceano.
Dedos no teclado, então, toco almas desconhecidas.
Letras na tela, idéias na cabeça, sentidos no coração,
Sofro de uma alegria que termina a cada ponto,
Por isso recomeço outra vez
Um texto, um versinho, uma prosa.
Desisto, rasgo, volto, apago,
Na obstinada persistência de querer dizer
o que outras vozes calam e o que em mim grita.
Escrevo para dedilhar-nos
E me tornar mais humana.
Li
Dedicatória: Ao meu namorado, sem o qual a vida teria bem menos cor
